terça-feira, 2 de setembro de 2008

Rapsodia do rock





1 No mundo dos sonhos [Pepperland]
2 Vôo de Ícaro
3 Bolero de Ravel
4 Noturno nº 10
5 Bachianas brasileiras nº 5
6 Concerto para uma voz
7 Batman rock
8 A dança da sedução
9 O fim da guerra da montanha
10 Transcendental
11 Pole position [A sinfonia dos motores]

http://rapidshare.com/files/60046134/Rapsodia_Rock_HARDOBLOG_BY_MORSA.zip


creditos:www.agoraerock.blogspot.com
http://hardblog.kanak.fr/power-heavy-metal-f2/robertinho-do-recife-rapsodia-rock-1990-t9396.htm#203489

quarta-feira, 23 de julho de 2008





a
A História Viva é fruto de uma parceria com a revista francesa Historia.
Lançada no final de 1909 a revista consagrou-se junto a intelectualidade
e aos leitores europeus como veículo referencial de divulgação da História
em linguagem acessível. Com uma abordagem investigativa e inquietante,
mensalmente História Viva trás as evoluções e as novas visões dos
principais fatos que marcaram o mundo, desvendando um lado ainda
pouco conhecido da história.
a


Nome do livro:
História Viva
Nome do Autor:
História Viva
Gênero:
Revista Histórica
Ano de Lançamento:
2004
Editora:
Duetto

Nº de páginas:
110
Tamanho:
258MB
Formato:
pdf
Idioma:
Português




FAture Alto Com O Bit Road



creditos: www.clubdownloads.blogspot.com

quinta-feira, 19 de junho de 2008

"Tenho a impressão que a vida, as coisas foram
me levando. Levando em frente, levando embora,
levando aos trancos, de qualquer jeito. Sem se
importarem se eu não queria mais ir. Agora olho em
volta e não tenho certeza se gostaria mesmo de
estar aqui."

terça-feira, 17 de junho de 2008

- "Por que o amor, como a morte, também existe – e
da mesma forma dissimulada. Por trás, inaparente.
Mas tão poderoso que, da mesma forma que
a morte – pois o amor é uma espécie de morte
(a morte da solidão, a morte do ego trancado,
indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável)
– nos desarma. O acontecer do amor e da morte
desmascaram nossa patética fragilidade.
Como amor e morte não se separam – feito
quem diz “era uma vez”, conto: na tarde de
sábado, estava eu assustadamente dentro
do amor (eu não acreditava mais que o amor
existisse, e a vida desmentia)"



C.F. Abreu

domingo, 15 de junho de 2008

Há pessoas que nascem para serem sós a vida inteira.

Eu, por exemplo.(...) Freqüentemente me assusto,pensando

que a vida vai acabar sem que eu encontre um grande amor

ou uma grande amizade, ou mesmo uma grande vocação

que justifique esse isolamento.


Caio F. Abreu (limite branco)